Mãos digitando em um notebook | Foto Premium

           Olá a você que está lendo esta mensagem no site Click na Net! Hoje, começo a escrever para este site com um sentimento de gratidão. Agradeço a Adjerson Paz, que me fez o convite que muito me honrou: ser colunista deste espaço virtual. É um presente para um professor que completa duas décadas de efetivo exercício em sala de aula. Sinto-me igualmente valorizado por ter recebido tal incumbência. A responsabilidade é outro aspecto que não posso esquecer.

            Aos que não me conhecem, me chamo José Valdemir Alves, conhecido também por professor Valdemir. Sou natural de Rua Nova, distrito a três quilômetros da cidade de Belém, Paraíba. Sou filho de um mecânico e motorista (José Raimundo Filho, in memoriam) e de uma professora aposentada e costureira (Francisca Elídia, conhecida por Nena), irmão de outros oito filhos deste casal.

            Cresci no referido distrito, tendo estudado a vida toda em instituições públicas de ensino. Cursei o antigo primário (alfabetização à 4ª série) nas escolas ruanovenses. As séries finais do ensino fundamental e o ensino médio foram cursados no Colégio Estadual de Belém. Esses mestres e mestras me deram a base sólida para cursar Licenciatura Plena em História na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), campus III, em Guarabira. Depois prossegui minha vida de estudos, cursando especialização em Educação de Jovens e Adultos na modalidade do Profissionalizante (ProEJA), pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), no campus III, em Bananeiras. Fiz outra graduação, desta vez, o bacharelado em Ciências Jurídicas (Direito) no mesmo campus em que cursei História anos antes. E, mais recentemente, concluí a pós-graduação em Gestão Pública pelo Instituto Federal da Paraíba (IFPB), Polo de Mari.

            Iniciei minha carreira de professor no antigo programa do governo federal, Alfabetização Solidária, em 2000. Em fevereiro do ano seguinte, iniciei profissionalmente a docência no antigo Colégio Ideal (antes Monteiro Lobato), oportunidade dada pela proprietária, dona Gildenete. No mês seguinte daquele ano, passei a ensinar também no Colégio Estadual de Belém, onde concluíra o ensino médio – o convite foi formulado pela diretora da época, a professora Ione Almeida. Lá, ensinei entre 2001 e 2007 e, depois, o biênio 2009-2010.

            Por questões política, que aqui não cabe a menção, fui convidado pela ex-vereadora, a professora Betânia Barros, para ensinar no município, inicialmente na Escola Municipal Anita Barbosa de Lima, em 2007. Em 2009, passei a integrar o corpo docente da Escola Municipal Alice de Melo Viana, no distrito de Rua Nova. Estava em casa novamente, na mesma escola onde cursara o pré-escolar, da 1ª à 3ª série e onde iniciara minha profissão vinte e um anos atrás.

            Aprovado nos concursos de magistério do município de Bananeiras e do Estado da Paraíba, lecionei em escolas da zona rural daquele município, em 2014, quando também passei a ministrar aulas na Escola Estadual José Rocha Sobrinho, naquela cidade. Desde 2015, ensino História na Escola Municipal Emília de Oliveira Neves, no centro de Bananeiras. Na mesma cidade, ensino História na Escola Normal Estadual desde ano passado.

            Ensinar é minha vida.

            Enfim, agora que você conhece um pouco de mim, devo dizer o teor de meus futuros escritos neste espaço. Buscarei escrever sobre assuntos do cotidiano, principalmente que versem sobre educação e política, meus temas preferidos. Espero que você se identifique com os aspectos abordados e, mesmo não concordando com o ponto de vista do autor, que abra sua mente para conhecer ainda mais.

A leitura tem esse poder: levar o conhecimento a quem a pratica.

            E aí, vamos lá nesta jornada? Grande abraço.

Professor Valdemir Alves

6 respostas

  1. Conhecendo suas escritas estarei ansiosa para deleitar-me em suas transcrições sobre cada tema escolhido na coluna.
    O sucesso está garantido e tenho certeza que o editorial fez uma aquisição “ímpar” para o portal. Parabéns por ter no corpo do mesmo uma pessoa do nível de Valdemir. Uma pessoa hiper capacitada para comentar e discursar sobre “Política e Educação”.

    1. Ô minha amiga Lena, muito me honras com tais palavras! Você é uma colega-amiga com a qual o município de Bananeiras me presentou. Você é uma grande profissional, que admiro bastante. Grande abraço, minha amiga.

  2. Te desejo tudo de bom, caminhos aparecem é precisam ser trilhados com sabedoria, portas se abrem é precisam que do outro lado encontre esperança, assim a vida se mostra. Parabéns é muito sucesso.

  3. Parabéns pelo feliz convite, meu amigo! Sem dúvidas, vc está trilhando uma nova trajetória, acredito que terá enorme sucesso.

    1. Muito obrigado pelo carinho e apreço de sempre, minha amiga! É recíproco, você sabe. É um privilégio ser companheiro na educação de nosso município. Grande abraço.

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