A DEMOCRACIA DE GABINETE

(Por: José Valdemir Alves) Primeiramente, quero dar o crédito da expressão “democracia de gabinete” ao brilhante jornalista e escritor Guilherme Fiuza, que sempre nos presenteia com suas pérolas vernaculares. Mas o que seria uma democracia de gabinete? Como pode algo tão amplo – a democracia – estar restrita a um ambiente pequeno, que, em tese, não comporta uma dezena de pessoas direito – o gabinete? É claro que a expressão é um paradoxo provocativo e

VOLTA, LULA!!!

(Por: José Valdemir Alves) Nunca antes na história recente deste país vivemos um período tão conturbado como o que temos vivido ultimamente. O aumento do custo de vida tem sufocado o já sofrido povo brasileiro. Preços de alimentos, gás de cozinha e combustíveis sobem insensivelmente à realidade salarial do brasileiro, que tem assistido seu poder de compra ser reduzido ao passo que vê artigos essenciais aumentarem o preço.   O tempo inflacionário pós-ditadura militar que

VOTO AUDITÁVEL: IMPRESSÕES ACERCA DE UM TEMA VITAL

O voto é sem dúvida alguma a arma de que dispõe um cidadão em uma democracia, pois é por meio do sufrágio (voto) que o cidadão demonstra sua satisfação ou insatisfação com a condução política do momento, escolhendo os seus representantes.   No caso brasileiro, os cargos escolhidos pelos eleitores são: vereadores (legislativo municipal), prefeito (executivo municipal), deputado estadual (legislativo estadual), governador (executivo estadual), deputado federal e senador (legislativo federal) e presidente da República (executivo

A ESCRAVIDÃO IDEOLÓGICA E SEUS MEIOS DE OPRESSÃO

Por: José Valdemir Alves Em outubro de 2018, postei um texto no qual usava a obra do sociólogo pernambucano Gilberto Freyre, “Casa-Grande & Senzala”, publicada em 1933, como base de comparação para a realidade sócio-política por que passávamos à época. Nada mudou. Aliás, com a pandemia do flagelo chinês, essa realidade ganhou ares mais dramáticos, o que me levou a querer retomar a analogia, apresentando novos elementos a ela. É hora de romper os grilhões

O ATRASO É PARA ONTEM

Na semana em que o Brasil comemorou os 521 anos da chegada dos portugueses às terras onde hoje fica Porto Seguro, no estado da Bahia, o Supremo Tribunal Federal (STF) sacramentou a máxima que diz que o crime compensa. O plenário da corte máxima do país considerou o ex-juiz federal da 13ª Vara de Curitiba, Sérgio Moro, suspeito no julgamento do caso triplex do Guarujá, que rendeu a condenação por corrupção ao ex-presidente Luís Inácio

A PANDEMIA DA DESINFORMAÇÃO

Um dos paradoxos modernos que vivenciamos é a propagação da desinformação em larga escala. Nunca na história da Humanidade tivemos acesso à informação por tantos meios diferentes, mas também nunca a desinformação teve tanto terreno fértil para se espalhar livre e rapidamente. É o que a pandemia do coronavírus tem mostrado desde que foi decretada em 11 de março de 2020. O presente artigo se propõe a apresentar informações que não ganham as primeiras páginas

A DEMOCRACIA DE GABINETE

(Por: José Valdemir Alves) Primeiramente, quero dar o crédito da expressão “democracia de gabinete” ao brilhante jornalista e escritor Guilherme Fiuza, que sempre nos presenteia com suas pérolas vernaculares. Mas o que seria uma democracia de gabinete? Como pode algo tão amplo – a democracia – estar restrita a um ambiente pequeno, que, em tese, não comporta uma dezena de pessoas direito – o gabinete? É claro que a expressão é um paradoxo provocativo e

VOLTA, LULA!!!

(Por: José Valdemir Alves) Nunca antes na história recente deste país vivemos um período tão conturbado como o que temos vivido ultimamente. O aumento do custo de vida tem sufocado o já sofrido povo brasileiro. Preços de alimentos, gás de cozinha e combustíveis sobem insensivelmente à realidade salarial do brasileiro, que tem assistido seu poder de compra ser reduzido ao passo que vê artigos essenciais aumentarem o preço.   O tempo inflacionário pós-ditadura militar que

VOTO AUDITÁVEL: IMPRESSÕES ACERCA DE UM TEMA VITAL

O voto é sem dúvida alguma a arma de que dispõe um cidadão em uma democracia, pois é por meio do sufrágio (voto) que o cidadão demonstra sua satisfação ou insatisfação com a condução política do momento, escolhendo os seus representantes.   No caso brasileiro, os cargos escolhidos pelos eleitores são: vereadores (legislativo municipal), prefeito (executivo municipal), deputado estadual (legislativo estadual), governador (executivo estadual), deputado federal e senador (legislativo federal) e presidente da República (executivo

A ESCRAVIDÃO IDEOLÓGICA E SEUS MEIOS DE OPRESSÃO

Por: José Valdemir Alves Em outubro de 2018, postei um texto no qual usava a obra do sociólogo pernambucano Gilberto Freyre, “Casa-Grande & Senzala”, publicada em 1933, como base de comparação para a realidade sócio-política por que passávamos à época. Nada mudou. Aliás, com a pandemia do flagelo chinês, essa realidade ganhou ares mais dramáticos, o que me levou a querer retomar a analogia, apresentando novos elementos a ela. É hora de romper os grilhões

O ATRASO É PARA ONTEM

Na semana em que o Brasil comemorou os 521 anos da chegada dos portugueses às terras onde hoje fica Porto Seguro, no estado da Bahia, o Supremo Tribunal Federal (STF) sacramentou a máxima que diz que o crime compensa. O plenário da corte máxima do país considerou o ex-juiz federal da 13ª Vara de Curitiba, Sérgio Moro, suspeito no julgamento do caso triplex do Guarujá, que rendeu a condenação por corrupção ao ex-presidente Luís Inácio

A PANDEMIA DA DESINFORMAÇÃO

Um dos paradoxos modernos que vivenciamos é a propagação da desinformação em larga escala. Nunca na história da Humanidade tivemos acesso à informação por tantos meios diferentes, mas também nunca a desinformação teve tanto terreno fértil para se espalhar livre e rapidamente. É o que a pandemia do coronavírus tem mostrado desde que foi decretada em 11 de março de 2020. O presente artigo se propõe a apresentar informações que não ganham as primeiras páginas